O Hospital Geral Clériston Andrade deveria ser implodido e no lugar construído outro hospital, com novos funcionários. O desabafo foi feito numa rádio da cidade por um parente de paciente atendido dentro da unidade. Por aí dá pra ter uma idéia do que acontece na triste realidade dentro do HGCA, embora alguns políticos insistam em querer fantasiar um bom atendimento, médicos cumprindo plantões, horários e atendimento rápido e ágil. A verdade é completamente diferente. Um exemplo disso aconteceu esta semana. Ou melhor, voltou a acontecer. Na segunda-feira foram quatro ambulâncias do Samu retidas dentro do hospital, durante várias horas, tudo porque o HGCA não tinha leitos e macas suficientes no momento. Nessa terça-feira mais duas ambulâncias retidas. Pelo mesmo motivo. Enquanto isso as pessoas que necsssitavam das ambulâncias do Samu tiveram que esperar. Tudo isso acontecendo debaixo do nariz da diretora geral Edilma Reis, ex-cunhada do deputado Zé Neto - o dono do hospital - e do diretor administrativo Carlos Holtz, o Ted. Vereadores detonaram o caso na Câmara. O problema é antigo. Mas pelo visto a direção não está nem aí. Um dia o Ministério Público ainda vai agir dentro desse hospital e de licitações a atendimento ao público serão passados a limpo.